Crítica – Tron: Ares

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Tron: Ares (2025)
Tron: Ares (2025)

O mais fascinante em Tron: Ares é, sem dúvida, o visual. A Disney não economizou absolutamente nada aqui — e o resultado é um espetáculo sensorial digno da tela grande. A estética neon, futurista e pulsante da franquia foi trazida para o século XXI com uma precisão absurda. É aquele universo digital em que cada feixe de luz, cada textura e cada moto de energia parece ter sido cuidadosamente lapidado para brilhar em 4K. Assistir a tudo isso na IMAX do Shopping Recife foi uma experiência à parte — a imersão é total.

Crítica – Tron: Ares

O mais fascinante em Tron: Ares é, sem dúvida, o visual. A Disney não economizou absolutamente nada aqui — e o resultado é um espetáculo sensorial digno da tela grande. A estética neon, futurista e pulsante da franquia foi trazida para o século XXI com uma precisão absurda. É aquele universo digital em que cada feixe de luz, cada textura e cada moto de energia parece ter sido cuidadosamente lapidado para brilhar em 4K. Assistir a tudo isso na IMAX do Shopping Recife foi uma experiência à parte — a imersão é total.

A direção de arte é um show à parte. A “Grade” — o mundo digital de Tron — ganha uma nova dimensão, mais viva e detalhada, como se fosse uma mistura de videogame de última geração com uma rave tecnológica. Cada quadro poderia facilmente ser um wallpaper. E quando as Light Cycles entram em cena… esquece! É pura adrenalina. As perseguições são intensas, elegantes e coreografadas com maestria, uma verdadeira dança de luz e velocidade.

O Jared Leto entrega um Ares enigmático e magnético, uma figura quase messiânica dentro daquele universo. Ele não é apenas um vilão ou um anti-herói — é a própria encarnação da dúvida entre o que é humano e o que é programado. A ideia central de um programa (uma IA) atravessando a fronteira digital e entrando no nosso mundo é fascinante. E o filme aproveita bem esse conceito para levantar questionamentos filosóficos: o que define a vida? A consciência é algo exclusivo dos humanos ou pode emergir do código?

Claro, o roteiro não é o ponto mais revolucionário da trama. Ele segue uma linha clássica de ficção científica com toques de ação e existencialismo. Mas cumpre bem o papel: serve de trilho para um passeio eletrizante por um universo visualmente deslumbrante. O foco aqui é menos na complexidade narrativa e mais na experiência cinematográfica, e nisso Tron: Ares entrega de sobra.

Em resumo: Tron: Ares é um blockbuster estiloso, vibrante e visualmente hipnótico, que honra o legado da franquia e atualiza sua estética para uma nova geração. Pode não ser o filme mais profundo do gênero, mas é impossível sair do cinema sem ficar de queixo caído com o espetáculo visual e o som pulsante que faz o chão tremer.

⭐ Veredito: Se você curte ficção científica, ação frenética e um show de luzes de tirar o fôlego, Tron: Ares é parada obrigatória. Vá preparado para se perder dentro da Grade — e, sinceramente, você vai querer ficar lá um tempinho.
Foto por Disney/DISNEY – © 2025 Disney Enterprises, Inc. All Rights Reserved.

A direção de arte é um show à parte. A “Grade” — o mundo digital de Tron — ganha uma nova dimensão, mais viva e detalhada, como se fosse uma mistura de videogame de última geração com uma rave tecnológica. Cada quadro poderia facilmente ser um wallpaper. E quando as Light Cycles entram em cena… esquece! É pura adrenalina. As perseguições são intensas, elegantes e coreografadas com maestria, uma verdadeira dança de luz e velocidade.

O Jared Leto entrega um Ares enigmático e magnético, uma figura quase messiânica dentro daquele universo. Ele não é apenas um vilão ou um anti-herói — é a própria encarnação da dúvida entre o que é humano e o que é programado. A ideia central de um programa (uma IA) atravessando a fronteira digital e entrando no nosso mundo é fascinante. E o filme aproveita bem esse conceito para levantar questionamentos filosóficos: o que define a vida? A consciência é algo exclusivo dos humanos ou pode emergir do código?

Claro, o roteiro não é o ponto mais revolucionário da trama. Ele segue uma linha clássica de ficção científica com toques de ação e existencialismo. Mas cumpre bem o papel: serve de trilho para um passeio eletrizante por um universo visualmente deslumbrante. O foco aqui é menos na complexidade narrativa e mais na experiência cinematográfica, e nisso Tron: Ares entrega de sobra.

Em resumo: Tron: Ares é um blockbuster estiloso, vibrante e visualmente hipnótico, que honra o legado da franquia e atualiza sua estética para uma nova geração. Pode não ser o filme mais profundo do gênero, mas é impossível sair do cinema sem ficar de queixo caído com o espetáculo visual e o som pulsante que faz o chão tremer.

Veredito: Se você curte ficção científica, ação frenética e um show de luzes de tirar o fôlego, Tron: Ares é parada obrigatória. Vá preparado para se perder dentro da Grade — e, sinceramente, você vai querer ficar lá um tempinho.

Obrigada a Disney e Espaço Z pelo convite.

5 COMMENTS

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